Henrique Ferreira

Professor

Do direito a emigrar, a ser refugiado e a ser incluído

Antes de mais, uma saudação à Arábia Saudita e às mulheres sauditas. Estas já podem conduzir automóvel embora ainda não possam comprar nem registar as viaturas. Mas já é um avanço.
Agora, o tema de hoje: Do direito a emigrar, a ser refugiado e a ser incluído.
De entre os jornais nacionais de hoje (Domingo, 24-06-2018), Público, Observador e Expresso dedicam artigos de fundo a estes temas ainda que não orientados no sentido que o autor deste texto lhes dá.

A Geringonça em modo «Zé Cabra»

O Governo presidido por António Costa, resultante de um acordo Parlamentar com o PCP e o BE, em Novembro de 2015, entrou no seu quarto ano, enfrentando uma conjuntura externa e interna muito difíceis e desarticuladas.

Despenalização da morte assistida chumbou

Raramente a votação de um tema fracturante terá sido tão renhida na Assembleia da República (AR). Para mim, felizmente, o «não» à morte assistida ganhou.
Digo felizmente apenas porque não houve debate bastante e também porque entendo que a AR não tem mandato e, por isso, não tem legitimidade para decidir temas de consciência como aborto, eutanásia, casamentos homossexuais, uniões de facto e muitos outros. E que os que já estão deliberados estão, a meu ver, ilegitimamente deliberados porque todos eles têm de ser objecto de referendo vinculativo.

António Manuel FERREIRA DEUSDADO

 
Perfarão no próximo dia 21 de Dezembro 100 anos sobre a morte do investigador da área da educação e professor de Filosofia, História e Geografia António Manuel Ferreira Deusdado (Rio Frio, Bragança, 7 de Abril de 1958 – Lisboa, 21 de Dezembro de 1918).

Em memória dos mortos, feridos, prisioneiros e abandonados de La Lys

A participação portuguesa na I Guerra Mundial é geralmente identificada com o desempenho do Corpo Expedicionário Português (CEP) nas trincheiras da frente de La Lys, em França, entre o início de Outubro de 1917 e 10 de Abril de 1918.

Tempos de provação contra a «pós-verdade»

A análise dos tempos que vivemos desafia a criatividade colocando em confronto velhos, actuais e futuros critérios de interpretação dos fenómenos políticos e sociais, às escalas global, continental, nacional, meso-nacional, regional, local, comunitária e familiar. Parafraseando Bernard Charlot (1996), tudo se processa num vai e vem constante de interacções recíprocas entre o familiar e local e o global.
 

As pedras do caminhar cristão

 
Em 21 de Fevereiro de 2018, a Comissão Nacional Justiça e Paz publicou um documento para reflexão quaresmal intitulado «Fazer Caminho: das pedras ao fogo da Páscoa», no qual os membros da Comissão transmitem o essencial da mensagem do Papa Francisco para a preparação da Páscoa 2018, mensagem intitulada «Porque se se multiplicar a iniquidade, vai esfriar o amor de muitos».
A reflexão da Comissão Nacional é extensa e, por isso, damos aqui conta dos tópicos essenciais, para o grande público, ainda que limitados pelo espaço de que dispomos.

O Rio da ideologia e o rio da acção política

Este artigo é sobre Rui Rio, sobre o PSD e sobre a acção meso-política (luta entre grupos de uma organização), a nível partidário interno do PSD.
 

Supernnany e a liberdade em educação

O «reality show» (exibição ao vivo) «Supernnany», da SIC, foi proibido por um juizo do Tribunal de Oeiras nos termos em que era exibido, com exposição de crianças e pais ao vivo, e a estação de televisão suspendeu-o, ao que diz, provisoriamente.

Quando a raposa guarda o galinheiro.

Este artigo não é nem sobre Rui Rio nem sobre o PSD mas é mister felicitar o vencedor das directas do PSD, com sufrágio em 13-01-2018, pela vitória sobre Santana Lopes e formular-lhe votos de bom trabalho a favor do PSD e de Portugal.