José Manuel Pavão

O CAMELO E A AGULHA (I – DO TEXTO BÍBLICO)

“É mais fácil um camelo passar pelo fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino de Deus”
Lucas 18:25 e Mateus 19:24
 
Esta é uma afirmação marcante de Jesus Cristo, tanto assim que é referida exatamente com a mesma formulação, por dois evangelistas, S. Lucas e S. Mateus. Tem causado polémica, ao longo dos tempos e alguma perplexidade, sobretudo, nos tempos modernos.

De Outeiro até Baçal

Confesso o meu privilégio e enorme prazer por ter tido a oportunidade de participar como convidado na belíssima e bem organizada cerimónia das celebrações festivas de elevação do santuário de Senhor Santo Cristo da freguesia de Outeiro, concelho de Bragança a basílica menor, por decisão de Sua santidade o Papa Francisco, para quem o mundo olha agora surpreendido e esperançado em Tempos Novos portadores da paz e justiça a toda a Humanidade.

Alcina Correia

 
Senão me falha a memória, conheci a Dra. Alcina Correia no primeiro ano da última década do século passado, quando ela dirigia com sabedoria e zelava com raro carinho o museu que leva o nome da mais singular e ilustre figura da cultura trasmontana.

Finalmente!

Com uma semana algo sombria pelos muitos protestos, críticas e providências cautelares face à reforma em curso e que retira proximidade e comodidade às populações do interior desertificado, a justiça portuguesa deu finalmente um ar da sua graça com uma surpreendente sentença no final do julgamento do processo “ Face oculta”.

Os sinos tocaram a sinais

Em Julho de 1964, partia do Cais da Rocha, em Alcântara, Lisboa, o navio Pátria, com destino a Moçambique. Nele, fazendo parte de um contingente militar formado por três Companhias destinado à guerra naquela antiga colónia portuguesa, encontravam-se entre outros, um furriel miliciano e os dois alferes milicianos signatários.
    O furriel, recentemente falecido, chamava-se José Júlio Cabanal, era natural de Penas Roias, Mogadouro e estudou no Seminário de Vinhais e no Colégio de S. João de Brito, de Bragança.

O dedo do meio

Situado entre o versátil indicador e o fiel anular, o dedo médio da mão humana, o mais longo de todos, constituído por três segmentos ósseos denominados falanges, ao assumir variadas posições anatomo-funcionais tem significados curiosos que vale bem a pena ficar a conhecer.
Assim em flexão conjunta com os demais irmãos, o punho serrado é o símbolo de um conhecido partido político, podendo ainda lembrar o temido “blackpower” que nos anos sessenta assustou a América.