Nuno Pires

Assessor principal de reeducação
anunopires@hotmail.com

Um simples reparo!...

Entre outras atividades, no âmbito das comemorações do 25.º aniversário, o canal televisivo, SIC, emitiu, desde a Praça da Sé, em Bragança, uma edição do Jornal da Tarde, no decorrer da semana passada. 

O regresso da saudade!...

Estamos no verão, tempo de férias, dos dias mais compridos, repletos de sol quente, de elevada temperatura ambiente, que convidam ao lazer, à boa disposição à interatividade positiva e às festas populares, cumprindo-se a tradição, pois então.

Valorizar o Pão!...

Talvez por ter nascido e crescido no meio rural/agrícola, tenho por esta atividade uma especial atenção e interatividade. Que valorizo e respeito, admirando as pessoas, sobretudo jovens, que ousam nesta área empreender e levam a peito. Pelo sacrifico e dedicação que implica, porque a tarefa é exigente e o risco permanente. Os agricultores devem ser referências a ter em conta, não só pela labuta produtiva, mas também pela inegável contribuição para sustentabilidade ambiental.

As Segadas!…

Estando, o pão, presente no quotidiano das nossas vidas, o cultivo do cereal faz parte das vivências rurais e da sustentabilidade agrícola. Hoje, muito menos que no passado, é certo. Isto, porquanto os estilos de vida e a atividade económica se alteraram profundamente. O que não retira importância ao “Pão-nosso” de cada dia, que assume relevância determinante na celebração Eucarística.

Uma lição de... História da arte, com “arte” própria!...

Já participei e assisti a inúmeras apresentações, aulas, palestras, declamações do ser e do saber. Com variadas gentes e especificidades inerentes.

Bragança fica Aqui!...

Considero-me um dos brigantinos que mais promove e divulga, positivamente, a cidade e o nordeste, nos mais variados aspetos. Quem me conhece sabe que esta filosofia de defesa da nossa região está em mim, faz parte de mim, corre nas minhas veias, reside no pensamento, emergindo a cada momento. Assim, com a inerente identidade e decorrente naturalidade, não me cansarei de escrever ou falar do que é nosso, esteja onde, como e com quem estiver. Sem subserviências, nem constrangimentos.

Irresponsabilidades pilatianas!...

Já várias vezes escrevi a propósito dos incêndios, dos seus efeitos negativos, quer ao nível da materialidade, quer da imaterialidade individual e coletiva. Das marcas que marcam e não desmarcam, dos reflexos profundamente condicionadores, na vida e nas vidas de muitas famílias e comunidades. Do luto, da reorganização e da prevenção, evitando a devastação.

Viver a história… Em Frieira – Bragança

A identidade de um povo, sustenta-se na sua história, na sua religiosidade, na sua cultura, nos seus valores, nas suas tradições, nos seus usos e costumes, nas atitudes e sentimentos das suas gentes. A história retrata, com efeito, a forma como cada povo surgiu, viveu, evoluiu e sentiu, desde os primórdios até à atualidade. Sentir e viver a história de vida da nossa terra é assumir a identidade pessoal e partilha de vida, no contexto individual e coletivo da comunidade.

Criar, ousar e atuar!....

Numa sociedade controversa, agitada, repleta de invejas e descontextualizadas vaidades, tantas vezes inoperante e mal orientada, somos, de algum modo, conduzidos a caminhos onde predominam os medos, as incertezas, as indiferenças, as precariedades, os desentendimentos, as guerras e as pessoas injustiçadas. Lutar contra estas adversidades, embora difícil, deve constituir motivação acrescida, numa perspetiva de mudança positiva, potenciadora de relações menos frias e mais justas, soltando as amarras do egoísmo, da inoperância e da indiferença negligente.

A propósito de… Um jantar de grelos com azedo!...

Percebendo o meu gosto e a minha predisposição para a promoção dos produtos da nossa terra, do que é nosso, da nossa gastronomia, há uns tempos atrás lançaram-me o desafio para organizar uma refeição de grelos com azedo.