Editorial

Periferia? Qual periferia?

Em agosto de 2014, a propósito do 35.° Encontro pela Amizade entre os Povos, promovido pelo movimento Comunhão e Libertação, o Papa Francisco reforçou o seu apelo por uma Igreja presente nas “periferias” da sociedade atual”.

A outra galinha dos ovos de ouro

O José Mário Leite que me desculpe o atrevimento, mas esta semana vou pedir emprestado o título da sua colaboração, que pode ler aqui, ainda que falando de um tema completamente diferente, a falta de visão de alguns dos nossos concidadãos.

A outra galinha dos ovos de ouro

O José Mário Leite que me desculpe o atrevimento, mas esta semana vou pedir emprestado o título da sua colaboração, que pode ler aqui, ainda que falando de um tema completamente diferente, a falta de visão de alguns dos nossos concidadãos.

Como se ajuda quem não quer ser ajudado?

Já em dezembro aqui foi abordada uma questão que deve fazer refletir a sociedade como um todo. O envelhecimento da população é uma fatalidade que, acompanhada da emigração, que nos últimos anos tem atingido com a força de um murro no estômago principalmente o interior do país, fez crescer um fenómeno que nos deve preocupar a todos.
Os idosos que, vendo partir a família em busca de melhores condições, ficam sozinhos e quase sem apoio, e os excluídos da sociedade.

Papa, 2017 e Maria

Marias há muitas mas, afinal, há só uma. E o ano Mariano que agora se vive na Igreja fica especialmente marcado pela anunciada visita do Papa Francisco em maio de 2017.

Em que século estamos?

Nesta altura do Advento, tudo é luz, cor, alegria. Tendemos a pensar em reunir a família à volta do bacalhau e do polvo. Tendemos em “ajudar os pobrezinhos, coitadinhos”, porque fica bem lembrarmo-nos deles nesta altura, em que serpenteiam pela imaginação os cenários ao jeito de Oliver Twist, de grande miséria pelas ruas e em que as crianças pouco mais tinham para prenda do que uma laranja ou um pedaço de carvão.

A justiça da memória

Monsenhor José de Castro foi um dos ilustres brigantinos que deixou um contributo inestimável para a cultura portuguesa mas que passa despercebido na região de origem. Um caso como tantos outros, de transmontanos que se fazem ao mundo e por ele deixam a sua marca.

A vontade de ferro

O processo de reativação da exploração das minas de ferro de Torre de Moncorvo foi recheado de avanços e recuos e, sobretudo, as posições dúbias de alguns dos que mais tinham a ganhar em apoiar o projeto causaram muita confusão e semearam a incerteza.

Esse tempo já lá vai, até porque alguns já não estão entre nós para se defenderem. Mas a assinatura do contrato entre o Governo e a MTI para a exploração das minas de Moncorvo veio, pelo menos, aplacar os ânimos e trazer um pouco mais de paz de espírito aos céticos.

Lideranças vazias

Não está fácil a vida para o Partido Socialista de Bragança e, em especial, para Luís Silvestre.
Às dificuldades em fazer lista para se candidatar à concelhia, à falta de confiança que cresceu na relação com Lisboa até ao impasse na escolha do candidato à Câmara da capital de distrito, o caminho no cargo que há 20 anos almejava tem sido um autêntico campo minado.
Depois de anos e anos afastado dos cargos de decisão, Silvestre arrisca-se a ficar sem o poder, agora que lá chegou. É como apagar a luz a um cego que tinha acabado de voltar a ver.

As novas tecnologias e a evangelização

Muita gente, quando olha para a instituição Igreja, ainda tem medo de apanhar alguma alergia ao pó e ao bafio.
Mas a Igreja não seria a instituição secular que é se ao longo da História da Humanidade não se tivesse sabido adaptar aos novos tempos, constantemente, reinventando não a sua mensagem mas a forma de a transmitir.
É certo que nunca como neste tempo que é o nosso o mundo acelerou tão depressa.
Não adianta ser detentor da maior das verdades e da mais bela das Palavras se a guardarmos só para nós.