Editorial

Exemplos, os bons e os maus

O Ser Humano aprende por repetição. Fazemos o que vemos fazer. Mas os exemplos são como os bancos, há os bons e os maus.
Ao longo do verão proliferam as festas e romarias. Em muitos casos, apesar do esforço dos párocos, nem sempre as comissões de festas têm a capacidade de harmonizar as romarias com as festividades religiosas.
Mas, em Vilas Boas, Vila Flor, as boas práticas são um daqueles exemplos que deve ser observado e seguido.

Não queremos cá os turistas estrangeiros

Não, o texto que se segue não é nenhum manifesto de expulsão de estrangeiros.
Antes pelo contrário.
Numa altura em que cresce o número de turistas a quererem  visitar o nosso país, continuamos a dar tiros nos pés.
O problema não é de agora. Enquanto (alguns) empresários vão fazendo esforços no sentido de adequar a oferta de serviços de qualidade à procura crescente, os nossos governantes insistem em complicar o que deveria ser simples.

Pelo menos entreguem o boletim...

Era uma vez um crente e com uma fé enraizada. Todas as semanas pedia a graça de Deus para o ajudar na hora do sorteio do Euromilhões. E, invariavelmente, todas as semanas via outros a fazerem a festa. Mas a sua fé permanecia inabalável e a confiança recrudescia a cada novo sorteio.
Todas as semanas pedia a ajuda divina, até que o próprio Pai não aguentou mais e dirigiu-lhe uma mensagem clara: “Eu até te ajudava. Mas ao menos faz o esforço de entregar o boletim”.

Dar corpo à utopia

Na semana passada, o recém eleito presidente da Associação da Hotelaria de Portugal, Raúl Martins, condedeu uma entrevista ao jornal PÚBLICO, em que emitiu algumas pérolas mascaradas de opinião avalizada.
De entre elas, destaco as seguintes: “Estamos sempre a cometer erros, como construir autoestradas no interior para incentivar investimentos…

E os direitos de quem fica?

É uma daquelas coisas que ninguém questiona. Todos têm o direito a ganhar o pão e a fazer pela vida.
Mas, como todas as liberdades, a nossa acaba onde começa a do próximo.

Eu ‘show’ Marcelo

Eram 15 iniciativas previstas para levar a cabo em pouco mais de dois dias, porque Marcelo Rebelo de Sousa, como o próprio reconhece, é hiperativo. Mas acabaram por ser um pouco mais porque há sempre alguém que acena de uma janela ou se chega mais um pouco à comitiva e este Presidente não se faz rogado a distribuir beijos, abraços e apertos de mão.

Um Presidente todo-o-terreno interessado em todo o país

A cada jogo da Seleção Nacional de futebol no Campeonato da Europa, mais vozes se ouvem clamando pela presença do jovem Renato Sanches na equipa.
“Traz a intensidade que falta ao jogo coletivo português”, diz-se à voz corrente.
Vendo na televisão, o desencanto de alguns, a má forma física de outros não se esconde. Ao vivo, no estádio, salta à vista que intensidade é um eufemismo para aquilo que falta ao jogo português. Defeitos que Renato Sanches não só mascara como combate.

Os últimos que são os primeiros

Na escola primária, uma das coisas que os alunos primeiro aprendem é que os últimos são sempre os primeiros. Na vida, nem sempre é assim, pelo menos se todos juntos não fizermos por isso.
Como a jornalista Glória Lopes dá conta aqui ao lado, o distrito de Bragança foi o último dos 18 do país em que foi instalado o sistema de audição de testemunhas por video-conferência em processos de contraordenação rodoviária.

O problema que se cura todos os dias

Uma terra sem juventude é uma terra sem futuro. A maior ferida que se pode abrir no coração de uma região é expurgar os seus jovens.

A inércia transmontana

Inércia. De acordo com o dicionário, é a 1.falta de ação ou falta de atividade;  2. preguiça, indolência ou  3. a propriedade dos corpos que não podem, per si, alterar o seu repouso ou o seu movimento. Ou seja, um corpo não submetido à ação de nenhuma força.