Olhar

Olhar // Bragança

E Pizzi roubou-lhes as palavras...

António G. Rodrigues em Qua, 24/04/2013 - 16:42

Quando Kika recebeu uma camisola (e, já agora, uns calções) do Deportivo da Corunha pelas mãos de Pizzi, foi uma espécie de passagem de testemunho. Afinal, apenas meia dúzia de anos antes, o craque português tinha estado praticamente na mesma posição. Ou seja, tinha sido o melhor marcador do Torneio Inter-bairros da Junta de Freguesia da Sé, em Bragança, que vai já na 15ª edição e que teve...ver mais

Olhar // Vinhais

Regresso às origens passa pelos moinhos

António G. Rodrigues em Sex, 12/04/2013 - 17:47

Levar o cereal ao moinho a cavalo do burro foi um ritual que se cumpriu nas aldeias de Prada, Quadra, Moimemta da Raia e Fresulfe, onde a água voltou a passar pelos moinhos.ver mais

Olhar // Carrazeda de Ansiães

Alunos da Profissional ajudam enfermeiros ao domicílio

Eduardo Pinto em Seg, 08/04/2013 - 18:22

Sexta-feira. 10.30 horas da manhã. A Unidade Móvel de Saúde de Carrazeda de Ansiães chega à aldeia de Pombal, mais concretamente a casa de Sérgio Pascoal. Ele foi vítima de AVC, em agosto de 2012. Desde que regressou a casa, em novembro, recebe apoio da Equipa de Cuidados Continuados Integrados de Carrazeda, que conta com a ajuda de formandos da Escola Profissional de Ansiães (EPA).ver mais

Olhar // Bragança

A banda dos 40 ganhou estatuto

António Gonçalves Rodrigues em Sex, 14/12/2012 - 12:32

O fenómeno tem vindo a crescer nos últimos anos no Nordeste Transmontano e já atingiu um patamar de excelência pouco habitual para uma região esquecida como esta. As bandas filarmónicas têm cada vez mais adeptos e já deixaram de ser o bombo da festa.
A de Bragança, por exemplo, é uma das 15 do distrito de Bragança, uma entre 692 a nível nacional. Mas foi esta a única convidada...ver mais

Olhar //

Escola de Graça Morais recuperada para usufruto do povo do Vieiro

Eduardo Pinto em Qui, 29/11/2012 - 14:44

 
Graça Morais lembra-se bem dos tempos de menina em que se punha em bicos de pés para, da janela da escola, espreitar a sua casa, a uma centena de metros, no Veiro, Vila Flor. “Dava-me conforto, porque sabia que a minha mãe andava sempre por ali e podia vê-la”.
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