“Feno, alto ou minguado, em Junho é segado”
Segundo o último relatório climatológico divulgado pelo IPMA, maio classificou-se como extremamente quente e seco.
Segundo o último relatório climatológico divulgado pelo IPMA, maio classificou-se como extremamente quente e seco.
A reta final da primavera meteorológica foi como se previa, quente e seca, após vários meses relativamente húmidos que afastaram o cenário de seca da nossa região, maio deverá trazer novamente um período seco ao nordeste transmontano, com valores de precipitação registada muito abaixo dos valores médios para esta época do ano, a chuva deixou de cair a partir dia 15 e não deverá voltar pelo menos até ao final do mês, tendo-se acumulado apenas 32.4mm, quando a média se situa em cerca de 70mm, a ausência de precipitação, o calor, e a forte evapotranspiração, implicaram uma redução dos índices
O verão meteorológico está quase aí, chegará dentro de apenas 10 dias, no próximo dia 1 de junho. O tempo quente adiantou-se um pouco nesta reta final da primavera meteorológica, com muita estabilidade e temperaturas acima da média para o período em toda a região, bem diferente da semana anterior marcada pelas temperaturas frescas e pela instabilidade.
O ano segue apressado e maio segue o seu rumo, os dias continuam a crescer a olhos vistos, alcançamos esta semana as 14 horas de sol e até à chegada do verão astronómico continuarão a crescer, maio também trouxe o primeiro episódio de calor intenso da temporada, no passado domingo, quando as temperaturas se aproximaram dos 30ºC em muitos pontos da região.
Hoje acaba Abril, foi um mês recheado de interesse no que toca a fenómenos meteorológicos na nossa região, com a típica instabilidade que fez jus ao ditado, abril, águas mil. Embora ainda não tenha acesso aos dados fechados para este período, podemos oficialmente catalogar abril, como um mês muito húmido, senão vejamos os dados até à presente data (27.04.2020):
Tal como o previsto, uma depressão atlântica com expressão em altitude foi responsável pela continuação do tempo instável na nossa região, a precipitação foi abundante e as temperaturas experimentaram oscilações importantes com o passar dos dias, estiveram em geral acima da média para o período, quer as mínimas, quer as máximas.
As chuvas registadas no mês passado e segundo o IPMA, mantiveram a nossa região longe de um cenário de seca meteorológica, ao nível geral, “o valor médio da quantidade de precipitação em março, 71.9 mm, correspondeu a 118 % do valor normal 1971-2000, os valores de precipitação foram superiores ao normal em grande parte do território, destacando-se as regiões a norte de Coimbra, onde os valores de percentagem excederam os 150%.” Em relação aos índices de humidade nos solos, “verificou-se, em relação ao final de fevereiro uma ligeira diminuição dos valores de percentagem de água no solo nas r
Março já lá vai e terminou de modo a fazer corar de vergonha os meses invernais, que de inverno tiveram pouco. A tão aguardada neve chegou, tarde, mas chegou, ao contrário do habitual, foram os concelhos mais a sul e leste do distrito, que registaram neve em abundância, enquanto na capital, em Bragança, apenas caíram alguns, tímidos flocos.
O IPMA disponibilizou o boletim climatológico sazonal do inverno 2019/2020 e sem surpresa confirmou que se tratou do segundo inverno mais quente em Portugal desde que há registos, apenas superado pelo ano 1990.