Pe. Manuel Ribeiro

Da ‘fé’ [de Tomé] à Fé

«Porque Me viste acreditaste: felizes os que acreditam sem terem visto» (Jo 20, 29). Esta é a resposta que Jesus dá a Tomé – e também a cada um de nós – e que surge pela dificuldade de acreditar, de confiar e de amar do próprio Tomé. Mas o que significa isto? Significa que são felizes aqueles que fazem a experiência pessoal com Jesus. Não uma experiência sensorial, folclórica ou cogniscível. Antes, é um encontro que se faz no mais íntimo de mim mesmo, no fundo mais fundo do meu coração.


Identidade

Para uma sã convivência, todas as relações pressupõem regras e códigos. Regras e códigos que assentam em princípios antropológicos, filosóficos e teológicos sobejamente refletidos, estudados e vividos secularmente. São estas regras e códigos que dirimem o egoísmo e narcisismo naturais do ser humano e potenciam amplamente a revelação do melhor que há em cada um. Porém, não se pode esquecer nesta equação o condicionalismo próprio do tempo-espaço ôntico, ou seja, o homem é um ser num tempo e num espaço próprios, com condições e circunstâncias únicas e irrepetíveis.


Identidade

Para uma sã convivência, todas as relações pressupõem regras e códigos. Regras e códigos que assentam em princípios antropológicos, filosóficos e teológicos sobejamente refletidos, estudados e vividos secularmente. São estas regras e códigos que dirimem o egoísmo e narcisismo naturais do ser humano e potenciam amplamente a revelação do melhor que há em cada um. Porém, não se pode esquecer nesta equação o condicionalismo próprio do tempo-espaço ôntico, ou seja, o homem é um ser num tempo e num espaço próprios, com condições e circunstâncias únicas e irrepetíveis.