Nordeste Transmontano

As vidas interrompidas pela Covid-19

Publicado por Glória Lopes em Qui, 2020-04-02 09:36

O impacto da pandemia Covid-19 na vida dos brigantinos que, em discurso direto, dão conta de como estão a enfrentar esta situação inédita, para a qual não estavam preparados, nem tinham experiências de referência para se guiar. Como se o futuro, que tantas vezes se antecipa em alguns filmes de ficção científica, lhes tivesse entrado casa a dentro, sem aviso prévio, irrompendo para despedaçar a rotina. Só que agora é a valer e a doer. Como se vive o confinamento e que marcas poderá deixar na vida de alguns transmontanos? Pela impossibilidade de escutar todos, que o barco é grande e estamos todos no mesmo, o Mensageiro revela nestas duas páginas a opinião de alguns, nomeadamente de cinco. Todos desejam o retorno à normalidade, a mesma que tantas vezes os entediava, a mesma que quantas vezes se desejava mudar.
Se os relatos das dificuldades são uma constante, tal como as saudades da família, também há tempo para refletir, fazer análise social e até a antevisão de eventuais projetos artísticos. A esperança é o equilíbrio para ultrapassar a estranheza dos dias.
Miguel Moreira e Silva, Brangança, artista plástico, começou a fazer umas experiências em fotografa e vídeo para passar o tempo que lhe sobra nestes dias de recolhimento, mas já pondera avançar para um projeto artístico.
Carlos Costa, Vinhais, engenheiro civil, em observado e analisado as decisões políticas e nem sempre concorda com o que está a ser implementado.
Carlos Tiza, fotógrafo, poeta e escritor de Bragança, conta que por estes dias praticamente não tem escrito, mas vai fotografando umas coisas, apesar das limitações de isolamento que o mantém em casa mais do que desejava, porque é mesmo preciso.
Maria Salvador, Moncorvo, funcionária Ministério da Justiça, tem experiência de estar em casa por longos períodos por motivos de doença, mas neste caso há muitas diferenças. Muito interventiva nas redes sociais tem analisado a a situação e está preocupada com o futuro.
Vanessa Novo, Bragança Funcionária do ramo da hotelaria. A família dividiu-se por uns tempos á conta do coronavírus. Ela e o marido em Bragança e as filhas no litoral com os avós. Não há alternativa.
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