F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

Só nos faltava esta: No Tribunal de Matosinhos, uma mulher agrediu a Juíza e Procuradora.

Na sequência de muita outras que, ultimamente, com inusitada frequência, vêm fazendo as manchetes da comunicação social, no passado dia 15 do corrente fomos confrontados com mais uma agressão rocambolesca em serviços públicos, esta de particular gravidade e significado, ocorrida no tribunal de Família e Menores de Matosinhos, na discussão sobre a guarda de um menor, durante a qual uma mãe, na presença da criança, do pai e dos avós, teria agredido violentamente duas magistradas.


Médicos agredidos em serviço. Afinal, que faroeste é este, meus senhores?

Depois da autêntica anarquia em que se tornou, ou tornaram, a vida em muitas das nossas escolas, atendendo à inusitada frequência com que a área da saúde está a aparecer nas manchetes da comunicação social, quase sempre pelas piores razões, e à vaga de agressões perpetrada sobre os agentes de saúde no pleno exercício das suas funções, tudo leva a crer que essa turba de arruaceiros, sem vergonha nem dignidade, que por aí se movimenta em total impunidade, se mudou para a área da saúde, onde, cada vez com mais frequência, se estão registar agressões aos médicos e outros agentes de saúde no exe


Natal, a desmisticação duma grande mentira

stamos mais uma vez em dezembro, mais uma vez na época de Natal, vítimas dum consumismo avassalador, arrastados na volúpia incontornável de compras e mais compras, tantas delas sem qualquer sentido nem a mínima utilidade, prática na qual as sociedades ditas mais desenvolvidas, (e aqui seria de perguntar-lhes onde entram os mais pobres e desamparados dessas mesmas sociedades), se deixaram afundar.


Mas as crianças, senhoras,…..porque padecem assim? (2)

Tentando alertar para as condições de vida de muitas das nossas crianças, no texto publicado na página oito do N.º 3755 do MDB, do passado dia 7, entre várias outras questões levantadas, cada qual a mais pertinente, quando referi como sendo da especial responsabilidade dos poderes públicos, “ facultar aos jovens casais todas as condições para poderem optar por uma paternidade consciente e responsável “ e “ proporcionar às gravidas todas as condições para uma gravidez de sucesso”, estava bem longe de sonhar que, nessa mesma semana, um recém-nascido iria ser lançado ao lixo, imagine-se, pela


E (quase) todos morreram na praia…..

Passadas duas semanas sobre as recentes eleições legislativas realizadas em outubro, confrontado agora os objectivos traçados com os resultados conseguidos por cada uma das forças políticas em confronto e levando a sério as esperanças e as certezas que os candidatos tentaram desesperadamente impingir-nos, somos obrigados a concluir que, não obstante as tentativas vergonhosas de manipulação dos números apurados, estas eleições ficarão para a história da nossa democracia como as eleições do quase tudo e do quase nada, acabando todos os intervenientes por morrer ingloriamente na praia.


ELEIÇÕES: - FINALMENTE, A HORA DA GRANDE CALDEIRADA

Mal foram divulgadas as primeiras projecções dos possíveis resultados das recentes eleições para a Assembleia da Região Autónoma da Madeira e logo toda (quase) a classe política, como diriam os brasileiros, entrou numa desbunda hilariante de comentários peregrinos, cada qual o mais ridículo, oportunista e desenquadrado do momento e da realidade vivida naquele arquipélago, revelando a muita classe que lhes falta e a pouca competência que lhes sobra. Afinal, seria tudo tão simples.