F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

2021 - Do endémico regabofe lusitano, ao auto confinamento voluntário e responsável

No comentário sobre a passagem do estado de emergência para o estado de calamidade, publicado no jornal “Mensageiro de Bragança” no dia 14 de maio, do passado ano de 2020, apelei à necessidade inadiável de “manter a coragem, manter a fé em Deus e a esperança de que melhores dias haveriam de chegar” tendo então muito sérias dúvidas de que isso acontecesse tão depressa como realmente aconteceu quando, contrariando todas as espectativas, se deu início à vacinação contra o Covd-19 ainda em dezembro desse mesmo ano.


Transmontanos: mais uma vez vilipendiados ignorados e esquecidos

Comentando a discordância dos autarcas da CIM pela não inclusão no PRR da construção de algumas estradas importantes para o desenvolvimento integrado do Nordeste Transmontano, a ministra da Coesão(?!) Territorial, não se sabendo a que propósito, (vide texto publicado no “Mensageiro de Bragança”, de 4/3/2021, página 6), teve o desplante de, contrariando os autarcas locais, dizer que “esta é a pior maneira de fazer a discussão, a pior maneira de matar uma discussão e de a tornar frágil, é continuarmos num plano que quer mudar o país, mudar o interior, a termos como argumento apenas as estrada


Confinar ou desconfinar, eis a questão!

Não obstante o muito que se tem dito e escrito sobre a situação pandémica que, de há uma no a esta parte, vem assolando a humanidade, a maneira como ultimamente tem vindo a ser abordada aos mais diversos níveis, parece querer obrigar as pessoas a aceitar que o único e grande problema que agora se coloca, mais que a enorme gravidade da própria pandemia, é saber se, como e quando se vai desconfinar, como se isso fosse a solução para todos os males.


À beira do tudo ou nada

Decorrido um ano depois do aparecimento desta pandemia maldita, que uns tantos Calinos malévola e irresponsavelmente, classificaram como um vulgar “resfriadinho”, apesar do muito que se tem dito e escrito, continua a assombrar o nosso futuro uma incerteza cada vez mais assustadora, que nos condiciona e tortura com uma dúvida angustiante sobre o que nos espera, ficando sempre a sensação de que os responsáveis deixam sempre alguma coisa por dizer.


COVID 19: - Quem nos acode, neste princípio dramático de 2021?

Pelas piores razões, e por mais que isto nos custe a aceitar, neste princípio do ano de 2021, apenas e só por culpa nossa, Portugal conquistou o ignominioso e desprestigiante galardão “do pior país do mundo a lidar com a epidemia do COVID-19”, situação que, para além de nos fazer corar de vergonha, deveria consciencializar-nos da estrema gravidade da situação em que nos encontramos, obrigando-nos a assentar bem os pés na terra para analisar responsavelmente em que é que todos falhámos no combate a esta pandemia.


Presidenciais 2021, afinal, por onde andam os homens do meu país?

Final e felizmente, já terminou a campanha eleitoral para a eleição do presidente da república e, como era espectável e mais que garantido, tudo acabou por se resumir a uma espécie de plebiscito para confirmar e oficializar a muito desejada e mais que prevista reeleição do candidato professor Marcelo Rebelo de Sousa, para o qual, com votos sinceros de um novo e grande mandato, os mais que merecidos parabéns pela sua reeleição, bem como um profundo reconhecimento pela lição de bom senso e pela maneira digna e inteligente como assumiu a sua condição de candidato e presidente, tendo sempre co


A vida e o tempo, no virar de mais um ano - 1

Sempre que, no fim de cada ano, cai a última página dos calendários que medem o tempo das nossas vidas, enquanto uns, duma maneira mais pragmática, dão graças a Deus pela graça de mais um ano já vivido, outros, talvez mais preocupados por se verem cada vez mais próximos do seu fim de linha, confessam-se amargurados por lhes restar menos um ano para viver, a verdade é que, pensando bem, o tempo é igual para todos e por isso:
- Sem saber como ou para onde, sem dar por ele, nos foge por entre os dedos o tempo que nos parecia eterno e, enquanto tal, nunca mais teria fim.


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