F. Costa Andrade

Membro do MPN, CPLGSP e ONE

5 - Migrações: (continuação) o reverso da moeda, antes que toque a finados

A ideia supina de classificar como “dores de crescimento” as consequências da vaga descontrolada de emigrantes que, nos últimos tempos, tem demandado Portugal, feita numa ação de campanha eleitoral pelo cabeça de lista de um dos partidos concorrentes às eleições para o Parlamento Europeu, ridícula demais para passar em claro.


2 -Migrações, sim e sempre, mas assim, não

(continuação)
A continuar tudo na mesma se, atempadamente, nada for feito para travar a nossa tendência atávica do “deixar andar e deixar correr, que depois logo se verá” e de resolver tudo em função dos interesses imediatos, individuais ou de grupo, os atuais problemas gerados pela migração massiva de milhões de pessoas a nível global, continuarão a crescer exponencialmente, correndo o risco de ficar fora de qualquer controlo.


1 - Migrações, grandezas e misérias dum país de heróis, de santos... e de outros

Já não há como ignorar que é redutora e completamente desajustada da realidade atual a estratégia que Portugal tem seguido na abordagem aos fluxos e às vagas migratórias que, depois de se tornaram num fenómeno a nível global, fizeram cair por terra todas as teorias e princípios que as inspiraram e nortearam durante séculos a fio.


Nos cinquenta anos do 25 de Abril, uma pergunta “fora da caixa”

Exatamente, esta é a pergunta que, não obstante as limitações do espaço disponível, das lonjuras de tudo e de todos deste nosso Nordeste Transmontano, para que vou pedir resposta neste primeiro cinquentenário do já tão longínquo como saudoso 25 de abril de 1974, na plena convicção de que, da mesma forma que possa ser do agrado de muitos, num país democrático como Portugal, com toda a modéstia, porque “ quem anda à chuva molha-se” também reconheço e aceito que possa desagradar a outros tantos mas isso, meus caros, é problema deles que, connosco tudo bem.


Aviso a Navegação

Porque há valores e princípios que, ao contrário da civilização do fátuo e do descartável, sobrevivem para além das flutuações dos tempos e resistem à volatilidade de tudo o que é efémero, milhares de anos depois da época áurea das culturas da antiguidade clássica, na crise de valores e de princípios que assola as civilizações da atualidade, seria aconselhável e extremamente importante que, para a sua valorização pessoal, todos os atuais e futuros responsáveis políticos, revisitassem frequentemente a história e os princípios que, durante séculos, orientaram o modo de pensar e de proceder


Quem tem pressa... come cru!

É natural e compreensível que muita gente, tendo em conta a difícil situação que o país atravessa em muitas áreas nevrálgicas e extremamente sensíveis, que afetam o seu dia a dia, depois de uma campanha eleitoral, que as bombardeou com toda a espécie de promessas, muitas das quais, sem a mínima hipótese de concretização, fruto da desonestidade, da irresponsabilidade e da demagogia anacrónica como os candidatos organizam as suas campanhas, tenham criado a ilusão de que agora é que vai ser , agora é que as coisas vão mesmo melhorar e, como tal, estejam impacientes e tenham pressa de verem cu


Prudência e caldos de galinha não fazem mal a ninguém

Nesta semana de abril em que tomou posse o governo minoritário da Aliança Democrática, saído das recentes eleições legislativas, nas quais o povo, livre e democraticamente, expressou a sua vontade de mudança, porque as coisas, nas atuais circunstâncias e num país como o nosso, não estão para brincadeiras, espera-se e exige-se de todos, oposições, governantes e governados, a lucidez necessária para fazer a análise da situação real do país, evitando assim que ele entre por caminhos sem retorno, caia em poços sem fundo, e se torne vítima fácil de todo o género de demagogias e aventureirismos


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