Jorge Novo

A Cidade Educadora

Tudo educa e todos nós somos agentes de educação, para além de que todos nós somos efetivamente recebedores de aprendizagem.
Aprendemos desde crianças, com os nossos Pais, os nossos familiares, na Igreja ou com os nossos amigos, mesmo antes de ir à Escola, que por exemplo o cumprimentar é um ato de educação, o respeito para com os mais velhos é um ato de educação, o dizermos a verdade, o aceitarmos as diferenças ou que todos temos a mesma dignidade, são atos de educação. De boa educação.


A exportação dos filho

Bem sabemos do grande investimento que o nosso País tem feito nas últimas décadas na qualificação das novas gerações, até para um contexto global, especialmente europeu, com quinze anos ou mais de educação e formação, na Escola, nos Institutos Politécnicos e/ou nas Universidades.
Precisamos que Portugal tenha mais conhecimento, maior competência, melhores recursos humanos, mas para isso é preciso evitar que os seus cérebros, os nossos jovens filhos, emigrem para fora do País.


Um orçamento não faz a primavera

É sobejamente conhecido o adágio popular protagonizado pela andorinha e o que nos quer ensinar, isto é, que nunca devemos tomar o todo por uma das partes, pois como é óbvio, a observação de uma destas pequenas aves em janeiro ou fevereiro, não significa que chegou a estação das flores, a Primavera.
À semelhança desta lição, também com os inúmeros Orçamentos de Estado dos últimos anos já devíamos já ter retirado, entre outros, os seguintes ensinamentos:


A Educação no Município

O lugar em que vivemos é a chave para a nossa felicidade e neste lugar maravilhoso que é Bragança, a par da agricultura e do turismo, a educação é um dos motores da sua economia e progresso.
Assim não é de estranhar que a visão e as ações que o Município tem vindo a concretizar na área da Educação sejam evidências de que esta tem cada vez mais importância e situa-se igualmente no topo da agenda das prioridades.


Pandemónio no Castelo

O interior do Castelo de Bragança na época de estio em geral, mas em todos os meses de agosto em especial, parece uma babel automobilística, tantas são as viaturas de proveniências várias ali estacionadas e outras tantas a circular quase sem mais destino nem direção primordial que não seja encontrar um lugar para aparcar.


O Brilho Olímpico

Os rostos no final de cada prova... Os sonhos realizam-se ou caiem ali. Tanto tempo de trabalho naqueles momentos, vidas suspensas, uma linha ténue. A partir de casa é bastante fácil escrever, mas impossível imaginar o que vai na cabeça destes HUMANOS.
Glória aos vencedores e honra aos vencidos pois independentemente das medalhas olímpicas, como a de prata da Patrícia Mamona e a de bronze do Jorge Fonseca, e outras que se esperam principalmente do Fernando Pimenta e do Pablo Pichardo, todos merecem respeito e admiração!


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