Pe. Estevinho Pires

“Mãe da Igreja” Memória, mistérios e, discipulado junto à cruz de Jesus

No dia 11 de fevereiro de 2018, nos 160 anos da 1.ª aparição da Virgem em Lurdes, o Papa Francisco fixou como memória obrigatória [m. o.] a “Bem-aventurada Virgem, Mãe da Igreja”, no Calendário Romano Geral [CRG], para que todos os anos se celebre, na segunda-feira depois de Pentecostes. Com esta atitude o Romano Pontífice quis favorecer o crescimento do sentido materno da Igreja nos pastores, nos religiosos, nos fiéis e, na genuína piedade mariana. A sua determinação é clara: não esquecer a figura de Mulher [Gal.


O ano Litúrgico e, a Eucaristia, a minha autoestrada para o céu

Do Advento de 2020, ao Cristo Rei de 2021, com Carlo Acutis!
Maria de los Angeles, do projeto “Nova Humanitas”, em carta deste mês, incentiva os formandos a viver, crescendo interiormente, sendo ‘muito fiel’ ao mais essencial de cada qual. “Esta é uma ‘arte de viver’ que temos que ir aprendendo cada vez mais e cada vez melhor, se queremos ser nós a levar as rédeas da nossa vida e que não sejam as circunstâncias” a arrastarem-nos, continuava.


“Assunção corpórea da santíssima Virgem ao céu”

A meio do mês de Agosto a Igreja, no Oriente e no Ocidente, celebra a solenidade da Assunção de Maria Santíssima ao Céu, dia 15, após a festa da Ascensão do Senhor, quarenta dias depois da Páscoa.
Este mistério de Maria mergulha as suas raízes na fé e no culto dos primeiros séculos da Igreja, em virtude da profunda devoção à Mãe de Deus que se foi desenvolvendo progressivamente no seio da Comunidade cristã, embora o Dogma da Assunção, na Igreja católica, só seja proclamado em  1950 pelo Venerável Pio XII.


Referendo da morte assistida

Não basta emprestar o ombro ao amigo, é necessário ser o ombro amigo.
Sexta-feira, 23 de outubro, a Assembleia da República “chumbou” um pedido de referendo de iniciativa popular, com mais de 95 mil assinaturas, sobre a despenalização da morte assistida, ou eutanásia. Votaram contra o PS, BE, PCP, PEV, PAN, 9 deputados do PSD, incluindo o seu líder, e mais duas deputadas não inscritas.


Imaculado Coração de Maria

A memória facultativa do Imaculado Coração de Maria celebra-se no sábado, do 2.º Domingo a seguir ao Pentecostes, um dia depois da solenidade do Sagrado Coração de Jesus. A Igreja diz-nos que os dois corações são inseparáveis, onde está um, está também o outro e, que Maria nos leva sempre a Jesus. A teologia do Coração de Cristo ilumina a entrega ao de Maria.


A Imaculada Conceição A festa do começo absoluto

A solenidade da Imaculada Conceição da Virgem Maria celebra-se a 8 de dezembro, após a da Anunciação do Senhor, a 25 de março.
Maria concebida sem mancha é antes de mais uma proposição da doutrina sobre a graça e sobre a redenção. Esta verdade dogmática da Imaculada Conceição lembra-nos que quando a teologia fala de «dogmas marianos», não o faz porque o conteúdo dos mesmos esteja relacionado com outro acontecimento, ou facto, que não sejam os «dogmas cristológicos» .


A Apresentação da Virgem Maria

A memória da Apresentação de Maria celebra-se a 21 de novembro, antecedendo a Apresentação de Jesus no Templo, a 2 de fevereiro. O Evangelho nada diz à cerca desta edificante história, narrada pelos escritos apócrifos de Tiago, do ano 200 DC. A falta de fundamentação bíblica e histórica faz com que esta celebração esteja no Calendário Romano apenas como “memória” , embora São Paulo VI lhe reconheça valor, porque “para além do dado apócrifo, propõem conteúdos de alto valor exemplar e dá continuidade a veneráveis tradições”.