O país não é Lisboa nem o resto é só paisagem
Se houve coisa que os recentes desastres ambientais colocaram a nu é o excessivo centralismo que tem condicionado o desenvolvimento do país e a ausência de uma coordenação eficaz de serviços ao nível regional.
Cada vez mais vozes se ouvem a alertar que o Rei vai nú.
Mas sempre que se fala em Regionalização, surgem sempre os arautos da desgraça e os Velhos do Restelo a atirar para o ar o espetro do “tachismo” e do “despesismo”.
A verdade é que, a cada dia que passa, a evidência comprova-se com a realidade.
