Pe. Estevinho Pires

Obras na Igreja [5]

O cuidado pelas sepulturas e os sufrágios pelos mortos sempre foram, para os cristãos, o testemunho de que a morte não tem a última palavra sobre o destino do ser humano, que está destinado a uma vida sem limites, que se realiza em Deus [1]. Quem poderia imaginar que este salutar cuidado já foi fonte de confrontos, entre nós, antes dos cemitérios públicos, a quando da proibição do sepultamento nas igrejas.


Obras na Igreja [6]: O adro lugar de obras, de interpelação, de investigação, de coesão territorial, de salvaguarda do planeta.

A Igreja necessita de obras, a começar pelo adro. O Papa Bento XVI abriu os trabalhos falando-nos, desde o «Átrio dos Gentios», de uma Igreja que precisa de abrir caminhos de diálogo, intercâmbio e ações conjuntas entre crentes e não crentes, iniciativa que a seguir o Pontifício Conselho para a Cultura, levou a vários países [1].