Militares da GNR contestam diferença salarial no mesmo posto
Centenas de militares da GNR, em todo o país, contestam a forma como estão a ser feitas as subidas no índice remuneratório , através do sistema de mérito e de pontos acumulados, que classificam de injusto. Operacionais na mesma categoria profissional têm diferenças salariais de centenas de euros.
O problema afeta, sobretudo, as categorias de cabo, mas também há casos de sargentos identificados.
O presidente da Associação de Profissionais da Guarda (APA-GNR) diz a situação tem “consequências negativas para não só para os profissionais como para a própria entidade”, uma vez que a diferença salarial chega a ser de 200 euros mensais para militares na mesma categoria.
Segundo César Nogueira em dois ou três anos cerca de 400 militares “já abdicaram” das promoções. “O que é impensável em qualquer setor, pois toda a gente gosta de progredir na carreira”, garantiu.
A APA pede a revisão do Regime Remuneratório com “urgência”. Centenas de militares da GNR contestam a forma como estão a ser feitas as subidas no índice remuneratório , através do sistema de mérito e de pontos acumulados, que classificam de injusto. Operacionais na mesma categoria profissional têm diferenças salariais de centenas de euros.
O problema afeta, sobretudo, as categorias de cabo, mas também há casos de sargentos identificados.
O presidente da Associação de Profissionais da Guarda (APA-GNR) diz a situação tem “consequências negativas para não só para os profissionais como para a própria entidade”, uma vez que a diferença salarial chega a ser de 200 euros mensais para militares na mesma categoria.
Segundo César Nogueira em dois ou três anos cerca de 400 militares “já abdicaram” das promoções. “O que é impensável em qualquer setor, pois toda a gente gosta de progredir na carreira”, garantiu.
A APA pede a revisão do Regime Remuneratório com “urgência”. Centenas de militares da GNR contestam a forma como estão a ser feitas as subidas no índice remuneratório , através do sistema de mérito e de pontos acumulados, que classificam de injusto. Operacionais na mesma categoria profissional têm diferenças salariais de centenas de euros.
O problema afeta, sobretudo, as categorias de cabo, mas também há casos de sargentos identificados.
O presidente da Associação de Profissionais da Guarda (APA-GNR) diz a situação tem “consequências negativas para não só para os profissionais como para a própria entidade”, uma vez que a diferença salarial chega a ser de 200 euros mensais para militares na mesma categoria.
Segundo César Nogueira em dois ou três anos cerca de 400 militares “já abdicaram” das promoções. “O que é impensável em qualquer setor, pois toda a gente gosta de progredir na carreira”, garantiu.
A APA pede a revisão do Regime Remuneratório com “urgência”. O assunto já deu azo a uma petição para solicitar à Assembleia da República a Revisão e atualização do Regime Remuneratório dos Militares da Guarda Nacional Republicana (Decreto-Lei n.º 298/2009, de 14 de outubro), que já reuniu cerca de quatro mil assinaturas. “O estatuto remuneratório em vigor é de 2009, não foi alterado em 2017, na altura em que foi alterado o Estatuto Profissional e, por isso, o Estatuto Profissional diz uma coisa e o Estatuto Remuneratório diz outra. A GNR opta por este último que é mais penalizador para os profissionais”, explicou César Nogueira, que critica a opção.
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