A opinião de ...

A Comissão Diocesana Justiça e Paz da Diocese de Bragança-Miranda

As comissões diocesanas Justiça e Paz são um órgão de cada uma das dioceses cristãs católicas. São constituídas por leigos e leigas, em número indeterminado, e por um sacerdote na qualidade de assistente espiritual. O número de leigos depende da nomeação pelo responsável de cada Diocese.
As comissões diocesanas Justiça e Paz respondem perante duas instâncias superiores: a Comissão Nacional Justiça e Paz e o Bispado da Diocese respetiva.
A Comissão Nacional Justiça e Paz, por sua vez, integra-se na Conferência Episcopal Portuguesa, constituída pelos bispos das 21 dioceses e pelo Cardeal Patriarca de Lisboa, que preside.
A Conferência Episcopal reúne geralmente em Fátima, uma vez por mês, e a Comissão Nacional Justiça e Paz reúne geralmente em Lisboa mas faz sempre reuniões anuais fora da Capital com a participação das comissões diocesanas. Organiza ainda encontros e seminários tomando posições sobre matérias das suas atribuições.
O sítio e contacto eletrónicos da Comissão Nacional são os seguintes: Comissão Nacional - http://www.ecclesia.pt/cnjp/ e email - comissaonjp@gmail.com . O sítio eletrónico da Comissão Diocesana de Bragança - Miranda é o seguinte: http://www.diocesebm.pt/paz . O email está em redefinição mas poderá ser obtido no sítio eletrónico.
A missão das comissões diocesanas Justiça e Paz é a mesma da Comissão Nacional, à escala de cada Diocese, com exceção das relações institucionais, em Portugal e no estrangeiro. A missão poderá (adaptada de http://www.ecclesia.pt/cnjp/) sintetizar-se em:
- promover e defender a Justiça e a Paz, à luz do Evangelho e da Doutrina Social da Igreja.
- estudar e divulgar da doutrina social da Igreja, apreciando e analisando problemas relativos ao desenvolvimento dos povos, aos direitos humanos, à justiça e à paz segundo o Evangelho.
- coligir e analisar informações sobre situações e problemas, quer nacionais, quer internacionais, relativos ao desenvolvimento dos povos, aos direitos humanos, à justiça e à paz, apreciar tais situações e problemas segundo o Evangelho e a doutrina social da Igreja e dar a conhecer o resultado das suas reflexões;
- conhecer as denegações da justiça e as violações dos direitos humanos que se verifiquem em situações concretas, recolhendo elementos objetivos e completos sobre tais situações, formular juízos acerca delas e afirmar a sua solidariedade cristã para com as vítimas;
- estimular o compromisso esclarecido e responsável dos cristãos e dos cidadãos em geral no campo das atividades político-sociais e cívicas, respeitando a liberdade de cada um e o legitimo pluralismo de opções;
- Promover ações de carácter eclesial em favor do desenvolvimento dos direitos humanos, da justiça e da paz;
- promover a consciência de uma solidariedade e de uma responsabilidade verdadeiramente mundiais;
- colaborar activa e positivamente com outras igrejas cristãs, comunidades religiosas e com todos os homens e mulheres que desejem a verdadeira paz;
- promover ações no sentido do desenvolvimento de um pensamento ecológico que permita proteger o equilíbrio ambiental.
Desejamos bom trabalho à nova Comissão em favor da justiça, da transparência e da construção de uma sociedade mais equilibrada.

Edição
3766