A opinião de ...

Muito dificilmente virá o dia em que se consiga entender, e muito menos explicar, o que se passará nos desígnios insondáveis dos despojos do que foi o Partido Comunista Português para que, imagine-se, na véspera de mais um 25 de Abril, as suas figuras de proa, fossem obrigadas a vir a terreiro para, numa série de intervenções cómico-dramáticas, cada qual a mais pungente, ridícula e desajustada da realidade atual, tentar justificar o injustificável e branquear a intervenção miserável duma sua parlamentar “belisária” que, numa verborreia degradante, demagógica, sem nível e sem sentido sobr

Qui, 04/28/2022 - 10:24

Na sua missão de problematizar os problemas sociais na relação com o ambiente natural, os membros da Comissão Diocesana Justiça e Paz (CDJP), considerando o período que vivemos em torno dos problemas da Terra – a propósito do recente passado Dia da Terra -, vão organizar, no próximo dia 5 de Maio, às 21h00, no Auditório Municipal Paulo de Quintela, um colóquio sobre o tema Equidade e Justiça Ambiental.

Qui, 04/28/2022 - 10:23

QUESTÃO:-“…uma pessoa que tenha obtido em processo de avaliação de incapacidade, que decorreu há anos, grau de incapacidade de 80% e, reavaliada agora para a mesma patologia com a atribuição do grau de 36%, pode no campo respetivo da Declaração Mod.3 de IRS referente ao ano de 2021, colocar o grau de 80%?...”

Qui, 04/28/2022 - 10:19

Foi há muito tempo, é certo. Há precisamente duzentos anos. Num tempo em que as mulheres estavam socialmente muitos degraus abaixo do homem mais desqualificado.

Qui, 04/28/2022 - 10:19

Há um ano, foi notícia a iniciativa da Câmara de Bragança, que lançou um concurso para captar famílias para a região, durante um mês, de forma a tomarem contacto com a realidade do Nordeste Transmontano e poderem, no futuro, tornar-se residentes.
A ideia foi boa mas, 12 meses volvidos, nenhum dos casais selecionados ficou no concelho de Bragança. Alguns nunca mais cá voltaram sequer.

Qui, 04/28/2022 - 10:18

m 25 de abril de 1974, uma revolta militar planeada e executada exclusivamente por militares das Forças Armadas, na sua maioria capitães do Exército, derrubou em 24 horas o regime de 41 anos do Estado Novo e colocou termo à guerra que lavrava na África Portuguesa há 15 anos. A adesão dos civis ocorreu de forma espontânea, durante o desenrolar dos acontecimentos, contribuindo para o seu sucesso.

Qui, 04/21/2022 - 11:36

bater a sangue frio um soldado que se rendeu, é crime de guerra. Seja qual for a nacionalidade e a circunstância de cada um deles. Pouco importa se quem abate é russo ou ucraniano nem tão pouco aquele que é abatido. Pouco importa se um é invasor ou invadido. Pouco importa se é terreno de um ou de outro ou, sequer, em “terra de ninguém”. É crime e deve ser condenado.

Qui, 04/21/2022 - 11:23

Há bem pouco tempo atrás, ninguém ousaria prever que, depois de muitas outras Páscoas passadas, vividas como esta em condições nada fáceis, e dois milénios depois da crucificação e morte de Jesus às mãos dos poderes de então, em pleno século XXI, o mundo fosse obrigado a celebrar as alegrias pascais ensombrado por um sentimento de estranha tristeza, numa espécie de continuação do espírito da sesta feira santa, revivendo no pavor estampado no rosto das crianças ucranianas e nas lágrimas derramadas pelas suas mães, toda a dor e todo o sofrimento da “Mater Dolorosa”, ajoelhada aos pés d

Qui, 04/21/2022 - 11:23

propósito da invasão da Ucrânia pela Rússia, muitas pessoas têm feito esta pergunta: porquê? O que é que levou Putin a decidir a invasão dum país vizinho, independente, soberano e senhor duma identidade própria?

Qui, 04/21/2022 - 11:22

Há uns anos, nos nossos tempos de lazer ou de trabalho, íamos aos rios para tomar um banho refrescante, numa água corrente, suave, límpida, cristalina… ou, então, servíamo-nos dessa mesma água para lavar, regar, cozinhar… enquanto uma lúcida transparência nos deixava ver a grande variedade de peixes nos movimentos (e até, às vezes, parados), ora bruscos, ora leves, que a sua vivência, naquele paraíso, lhes exigia. 

Qui, 04/21/2022 - 11:21

o fundo de mim mesmo
eu sinto qualquer coisa que fere minha carne,
que me dilacera e tortura…
…qualquer coisa estranha (talvez seja ilusão),
qualquer coisa estranha que eu tenho não sei onde,
que faz sangrar meu corpo,
que faz sangrar também
a Humanidade inteira!

Qui, 04/21/2022 - 11:17

Abriu portas à Liberdade? Abriu, mesmo para quem a desdenha, defensor da Santa Liberdade que não abrangia os patuleias da Maria da Fonte, que no consulado salazarista a exclusão atingia muitos cidadãos inibindo-os devotarem.

Qui, 04/21/2022 - 11:16

Nos anos de 1990, cantava assim João Aguardela, vocalista e mentor dos Sitiados:
“Ai, esta eterna guerra
Ai, que me obriga a ser soldado
Já vejo a bandeira erguida
Já sinto a dor companheira
  
Ai, neste mar fico tão só
Por este mar
Liberdade onde vais?
Liberdade onde cais?
  
Esta luta é por te amar”

Qui, 04/21/2022 - 11:15

Saúdo a “Comenda de Mogadouro Penas-Roias, da Ordem dos Pobres Cavaleiros do Templo de Jerusalém”, que se deu a conhecer, entre nós, na última edição deste jornal[1].
A Ordem do Templo [Templários] e o Santo Graal tem sido inspiradores de inúmeros romances, de associações sociais, humanistas e altruístas e, de muita investigação séria dos que indagam, com paciência e profissionalismo, os muitos pontos ainda desconhecidos da breve mas intensa história da Ordem[2].

Qui, 04/14/2022 - 10:21

A Ucrânia é muito cortejada pelas suas riquezas naturais e pela sua localização geográfica. É particularmente rica em gás natural. Além disso, tem uma população relativamente jovem e cristã, esta na variante ortodoxa, e já socializada nos valores ocidentais.
Com estas características, a Ucrânia é uma «noiva» apetecível para cada um dos dois mundos ali em confronto: o mundo liberal-capitalista e o mundo autoritário-colectivista. Dito de outro modo, as democracias liberais contra o determinismo colectivista ou socialismo colectivista do Estado.

Qui, 04/14/2022 - 10:08

Por isso é que o senhor, os comunistas e os verdes não podem estar contra a Rússia.
E é por isso que os senhores não são capazes de condenar a Rússia por causa da guerra na Ucrânia. E é essa vossa posição que me leva a reagir desta forma.
O sr. Jerónimo de Sousa e os comunistas não podem condenar a Rússia por causa da guerra da Ucrânia e portanto, nunca poderiam condenar a ditadura de Salazar.

Qui, 04/14/2022 - 10:07

zequiel nasceu no Portugal interior, longe do mar, numa aldeia enterrada em vale profundo, escondida de tudo e de todos, bem por detrás do Marão, no nordeste transmontano, nas fraldas da imponente Serra de Bornes.

Qui, 04/14/2022 - 09:55

A pandemia e a guerra na Ucrânia vieram obrigar-nos a lidar quotidianamente com o tema da morte nestes últimos tempos.
Obviamente, a morte esteve sempre presente à nossa volta, já que a finitude é uma condição inexorável do ser humano, mas a consciência da mesma vai flutuando em função dos momentos da vida.

Qui, 04/14/2022 - 09:54

Sempre me impressionou a Sexta-feira Santa. Desde criança. Faz-me sentir profundamente triste, não só pelo suplício da crucifixão, mas sobretudo pela desapontante solidão humana de Jesus Cristo.
Revivendo a grande narrativa que Lucas apresenta, proclamada ainda neste Domingo de Ramos, não deixa de me fazer pensar como, depois de uma Última Ceia, de convívio e celebração e de gestos tão significativos do poder do Amor, apenas Pedro seguiu Jesus “de longe” e depois de O negar, desapareceu!

Qui, 04/14/2022 - 09:53

“Dois milhões de crianças abandonaram a Ucrânia devida à guerra”
“Mães ucranianas escrevem nas costas dos seus filhos pedindo que sejam ajudados caso fiquem sozinhos”
“Foi assustador levantar-me de noite para proteger com o meu corpo o meu filho de sete anos, para que, se acontecesse alguma coisa, me acontecesse a mim e não a ele”
“Na Ucrânia já morreram mais de 1 800 civis e 180 crianças”
“Mais de 1200 corpos descobertos nos arredores de Kiev depois da saída dos russos, muitos dos quais eram de crianças”

Qui, 04/14/2022 - 09:53

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