António Pires

Bragança, a Capital do Nada

 
Não obstante o investimento que ao longo dos últimos quinze/vinte anos foi feito, a nível de infra-estruturas e de acessibilidades, para tornar Bragança mais bonita e atractiva, aquilo que salta à vista de todos é que esta interessante e acolhedora cidade tem vindo a perder importância política e económica não só em relação à sua congénere vila-realense, com quem, aparentemente, sempre rivalizou, mas a Mirandela.


Os Funcionários Públicos e o Resgate Financeiro

A crise económica e financeira em que o país mergulhou em 2009, além das consequências que produziu, teve o condão de trazer à tona o ódio de estimação que uma grande parte do sector privado nutre pelos funcionários públicos, quantas vezes o sentimento verbalizado, qual crença, de que todos os males do reino têm origem nos servidores do Estado (esses malandros!), acusando-os de viverem parasitariamente à custa do seu trabalho.


Apelo ao Dr. Hernâni Dias

Num debate público transmitido por um canal televisivo, cujo tema era o “imposto verde”, não pude deixar de reter que, para os defensores da consciência ecológica, o exagerado número de veículos a circular nas cidades é o factor que mais contribui para a poluição do ambiente.


Há Democracia sem Partidos?

 
Jorge Sampaio, Almeida Santos, Manuel Alegre e Vera Jardim, por ocasião da “colagem” a António Costa nas eleições directas do Partido Socialista, subscreveram e verteram para o apelidado “manifesto dos notáveis” as duas frases mais profundas e arrepiantes do pensamento contemporâneo: “Um partido não existe para si mesmo”. “A prioridade é sempre Portugal”.