ASCUDT investiu 350 mil euros em duas residências autónomas para instalar 10 utentes

A Associação Sócio Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes (ASCUDT) investiu 350 mil euros para criar duas residências autónomas em Bragança, com capacidade para 10 utentes. “Cada apartamento tem pode receber cinco pessoas, que vão ficar a viver sozinhas, mas estará sempre alguém a fazer o acompanhamento durante a noite”, explicou Andreia Oliveira, assistente social, ao Mensageiro durante o Dia Aberto à Comunidade das RAI´S (Residências de Autonomização e Inclusão), que teve lugar na passada sexta-feira.
São os utentes da ASCUDT com mais autonomia, que estavam inscritos na lista de espera, os que irão ocupar as residências. “Podem fazer as tarefas da vida diária sozinhos, desde a higiene pessoal à limpeza da habitação”, acrescentou a assistente social. A lista de espera para as residências autónomas é grande. “Depende se preenchem os requisitos ou não para poderem ter alguma autonomia. Alguns estão institucionalizados, outros estavam integrados no serviço de apoio domiciliário da ASCUDT e há casos que estavam em instituições de vários sítios do país ou viviam com as famílias”, observou.
Em cada apartamento, num prédio da zona da Braguinha, a instituição investiu 175 mil euros, com financiamento de programas da União Europeia.
A ASCUTD tinha já duas residências autónomas, nomeadamente um apartamento na sede da instituição e outro for