Pe. Estevinho Pires

Como se faz um fresco?

No último artigo [MB. 3838, 29], “arte nova no Adro da Senhora da Veiga”, em Alfaião, falei dos painéis, que aí se pretendem pintar sob a “técnica por excelência da pintura mural”, o fresco e, como esta está envolta em alguma dificuldade, com segredo à mistura, resolvi investigar.


Circuito Turístico de Bragança repensar e requalificar globalmente todo o percurso

Em 1872 dizia-se de um troço da atual Estrada de Turismo [N 217-1]: “Bragança não tem em seus arredores local mais aprazível, nem recreativo” e, “seria muito útil até para louvar que a camara municipal, um dia, se lembrasse de mandar limpar-lhe as pedras, desviar-lhe as águas, que o arruínam, fazendo assim transitável um dos principais caminhos das avenidas da cidade”, que a ligam a Cabeça-Boa.


A um amigo fiel

Olá Caro amigo.
Hoje começo assim, como quem se dirige a um amigo de longa data, a um amigo fiel. A sabedoria diz-nos que um amigo fiel é um poderoso refúgio, encontrá-lo equivale a descobrir um tesouro, não tem preço, o seu valor é imponderável, é balsamo vital que os que temem o Senhor encontrarão. Por isso o que teme o Senhor faz amigos verdadeiros, pois tal como ele é, assim é o seu amigo [Ecl. 6, 14-17] e, conclui em nota de rodapé a Bíblia de Jerusalém [1973]: “a verdadeira piedade garante a amizade”.


“Obviamente demito-o”

- Onde deixei o telemóvel… deixa-me ligar do telefone fixo… Ah não é preciso já toca na sala…
- Viva Pe. Hérmino, bom dia!
- Bom dia, Estevinho!
- Olhe Pe. Hérmino ainda fico com “nomofobia” [síndrome causado pela falta de telemóvel, do inglês, “no – mobile”], hoje teve que ser o Sr. a ligar para conseguir localizar o telemóvel.
- Vê lá não convém. Capelão de que falamos hoje?
- Pe. Hérmino que me diz da polémica construção do novo Aeroporto de Lisboa?


Confessar-se, ou dormir com pílulas?

Toca o telefone …
- Olá Pe. Hérmino, como vai o Senhor?
- Viva Sr. Capelão, estou deitado, na maca da diálise.
- Será então que podemos falar hoje um pouco mais sobre as confissões? Pois ainda temos que dizer e, como dizia “Ludwig Wittgenstein”, que “o que se pode dizer pode ser dito claramente. E aquilo de que não se pode falar tem de ficar no silêncio”. E, nós só "contamos o milagre, não revelamos o nome do santo".


Dai-nos trabalho!

Neste larguíssimo tempo que levamos de pandemia, menos gente nas igrejas, sinto particular necessidade de fazer deste lugar, o meu canto da proclamação da Palavra. Paroquianos retidos em casa e, todos vós de boa vontade, que me ides prestando atenção semanalmente por aqui, já sois muitos, a todos agradeço, bem como a diretor deste jornal, que me deixou montar a banca nesta praça.


Assinaturas MDB