A democracia em Bragança: Quo Vadis?
Saía eu da última sessão da Assembleia Municipal, ainda com o eco do “golpe de teatro” a ressoar nos corredores, quando alguém se abeirou de mim. A expressão, de desalento, e o desabafo, seco e direto, fez-me fixar o olhar: “Nuno, isto vai de mal a pior. Em Bragança já não se consegue falar, nem respirar.”
Este desabafo não foi apenas um comentário de circunstância; foi o diagnóstico de uma democracia local que está em dificuldade, em défice de exercício.
São vários os apontamentos desta asfixia democrática:
